1. This product was added to our catalog on Wednesday 14 September, 2005.

    Brussels Sprouts

    Our Price:  2.45EUR

    Couve-de-Bruxelas

    Nome Científico: Brassica oleracea L. var. gemmifera.

    Nome Comum: Couve-de-Bruxelas.

    Nomes Populares: Couve-de-Bruxelas, repolhinho.

    Família: Brassicaceae.

    Origem: A couve-de-bruxelas teve origem na Bélgica nos meados do séc. XVIII, tendo sido uma das ultimas variedades botânicas de Brassica oleracea a serem diferenciadas. Supõe-se que a couve-de-bruxelas seja derivada da couve lombarda, devido á perda da capacidade de formação do repolho terminal e perda da dominância apical.

    Descrição: Planta herbácea, bienal, cultivada como anual. De porte médio, com caule que pode atingir uma altura de cerca de 50-100 cm. As suas folhas são de cor verde, com limbo grande e pecíoladas. Os pequenos repolhos da Couve-de-Bruxelas ou Repolhinhos, que são a parte comestível, formam-se nas gemas axilares, com diâmetro de 2-4 cm, firmes, redondos e de coloração verde escuro. A floração da Couve-de-Bruxelas ocorre no segundo ano do ciclo vegetativo.

    Sementeira: No local definitivo entre Maio e Julho ou em estufa ou estufim entre Março e Abril.

    Crescimento: Lento/Médio.

    Transplantação: Entre Abril e Agosto, utilizando um compaço de cerca de 30 cm entre plantas.

    Luz: Boa luminosidade.

    Temperatura: Cultura de estação fresca, a Couve-de-Bruxelas prefere climas temperados frescos e húmidos, necessitando de uma estação fria (vernalização), para o seu crescimento. Temperaturas ideais de desenvolvimento em torno de 12°C a 21°C.

    Solos: Bem drenados e com boa disponibilidade de matéria orgânica. Os solos mais arenosos são aconselháveis para plantas precoces. A couve-de-bruxelas é relativamente tolerante à salinidade e à acidez, sendo o pH óptimo de 6,8.

    Rega: Regular. Cultura relativamente tolerante à secura.

    Adubação: Exigente em fertilidade do solo. Aplicar adubo N:P:K para hortícolas, em fundo antes da instalação da cultura ou composto orgânico bem compostado, aplicando depois mais uma ou duas vezes 1 a 2 meses após a plantação. Sensível à carência de boro, cálcio e enxifre.

    Desponta: A desponta efectua-se quando as primeiras gemas da base do caule têm cerca de 1 a 2 cm de diâmetro, permitindo aumentar o calibre das mesmas e favorecer o crescimento das gemas laterais.

    Pragas e Doenças: Afídeos, alfinete, áltica, falsa potra, lagartas, mosca da couve, mosca branca da couve, nóctuas, traça da couve, tripes, nemátodes, míldio das crucíferas, pé negro, alternariose, podridão cinzenta, ferrugem branca, potra.

    Multiplicação: Semente.

    Colheita: A colheita de Couve-de-Bruxelas deve ser realizada quando os repolhos apresentarem o tamanho e a firmeza adequada. A colheita é efectuada de forma escalonada. Os repolhos próximos da base da planta são colhidos, cerca de 3 meses após o transplante. Retiram-se as folhas abaixo dos repolhos maduros e, em seguida, é efetuada a colheita girando-se os repolhos até se desprenderem do caule. Os repolhos são colhidos à medida que amadurecem, usualmente a cada duas semanas de intervalo.

    Pós-Colheita: A conservação dos repolhos pode ser feita em câmaras frias ou frigoríficos a uma temperatura ideal de 0°C a 5°C e humidade relativa de 90% a 95%.

    Utilização: Muito utilizada na culinária, a couve de bruxelas é usada de várias maneiras, sendo recomendada como acompanhamento para carnes. Também pode ser em sopas, saladas e cozidos.
    A couve-de-bruxelas é rica em sais minerais, principalmente fósforo e ferro. Contém vitaminas A e C, tem poucas calorias, é rica em fibras sendo recomendada para as pessoas que têm problemas intestinais.

    Autor: André M. P. Vasconcelos (Engenheiro Agrónomo)

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